Nossa História

Fundamentação

A Comissão do Site encomendou a elaboração de um histórico do Condomínio para ser disponibilizado no site.
Foi então pensada a tônica a ser dada a esse histórico, chegando-se à conclusão de que o enfoque do momento deveria ser a promoção do bom relacionamento entre os Condôminos por meio do conhecimento da evolução do perfil do Condômino adquirente, desde a constituição do Condomínio até os dias de hoje.
Ressalte-se que o Condomínio Quintas da Alvorada foi constituído antes da promulgação da Lei nº 6.766, de 19.12.1979, que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano, e do Decreto Federal nº 88.940, de 07.11.1983, que cria a APA do São Bartolomeu.
Foi entregue pelo empreendedor apenas com as vias abertas em solo natural do cerrado e com as quintas simplesmente demarcadas com piquetes de concreto e numeradas com placas metálicas. Assim, absolutamente toda a infraestrutura existente foi construída ou conquistada passo a passo pelos condôminos, apesar dos percalços que bravamente enfrentaram.

Evolução - Marcos Históricos

1974

Lançamento e aquisição direta do empreendedor

1980

Abertura da estrada ligando a QI 27 à DF 001

1984

- Primeira disponibilização de linhas telefônicas fixas pela Telebrasília

- Construção da primeira portaria

- Perfuração de dois poços

1988

- Início da entrega de correspondência no Condomínio, pelos Correios

- Instalação do mercadinho na esquina da Av. Rio Paraná com Av. Rio São Marcos

- Resposta favorável do então DLU, confirmando a coleta de lixo três vezes por semana

- Início da entrega de correspondência pelos Correios

1992

- Início da parceria com as Glebas II e III, nas despesas com a portaria

- Pavimentação, com tecnologia experimental, da DF 001 entre ESAF e QI 29

- Perfuração do poço que hoje fica próximo à quadra de esportes

- Iluminação das vias internas: 104 luminárias são instaladas pelo condomínio nos postes da CEB

- Lançamento do Jornal dos Condomínios

- Criado o Informativo do Condomínio Quintas da Alvorada

- Reuniões iniciais com os Síndicos das Glebas II e III, Mansões Itaipu e Solar da Serra, com vistas ao rateio das despesas com pavimentação

1995

- Envio de documento que retrata a situação do Condomínio desde a sua criação, ao Secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do DF

- Envio de ofício que trata de denúncia da ocupação irregular da área contígua à portaria, aos órgãos de saúde, segurança e outros, do GDF

- Reforma da antiga portaria para acomodar o escritório do condomínio e sala de reuniões – 1ª reunião do Conselho, naquele local em 23/09/1995

1998

- Criação do Setor Habitacional São Bartolomeu pela Lei Distrital nº 1.823/98, de 13/01/1998

- Terceirização dos serviços à empresa Ágil Vigilância e Serviços Gerais Ltda.

- Construção da portaria no local em que é hoje

2001

- Decreto 22.137, de 16/05/2001, aprova o plano urbanístico, onde consta a via de ligação da DF 001 à QI 27

- A festa junina passa a ter o caráter de beneficente

- Instalação do “kit malhação”

2004

- Realização da primeira feira de artesanato

- Fechamento do parque infantil com tela

- Construção do almoxarifado de 7 x 16 metros

- Aquisição de máquina trituradora de folhas e galhos

- Entrega ao tráfego da DF 027 (ligação da Ponte JK à DF 001), duplicação da DF 001 no trecho da DF 027 até a ESAF e pavimentação definitiva da DF 001 até a QI 29

2008

- Criação do primeiro site do CQA

- Decreto nº 29.495, de 09.09.2008, aprova o Projeto Urbanístico de Parcelamento do loteamento Quintas da Alvorada Gleba I

- Em 05.12.2008 é aprovado o PDOT, confirmando a transferência do nosso Condomínio da RA do Paranoá para a RA – XXVII – Região Administrativa do Jardim Botânico

- Contratação do projeto do arboreto

2011

- Elaboração do projeto de captação, condução, tratamento e deposição de águas pluviais

- Substituição do serviço terceirizado por empregados próprios, inclusive na portaria

1975

Escritura de Convenção de Condomínio lavrada em 10/10/1975

1982

Implantação da rede elétrica primária – quem desejasse ligação tinha que pagar 60 ORTN correspondentes aos investimentos feitos pela CEB

1985

Impedimento da CEB para atender novos pedidos de ligação – Decreto 8.690/85, de 05/07/1985, rerratificado pelo Decreto 9.260/86, de 31/01/1986

1989

- Renumeração das quintas

- Entrada no GDF com o processo de regularização

- Ofício 225/89-GAB/SVO, de 14/08/1989, determina à CEB que efetue ligações para fornecimento de energia elétrica em condomínios

1993

- Disponibilização de telefone Ruralvan pela Telebrasília

1993/4- Derrubada dos eucaliptos

1996

- Em 03.05.1996 o juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF suspende a liminar que proibia a CEB de atender novas ligações de energia em condomínios

- A CEB passa a atender, regularmente, pedidos de ligação no Condomínio

- Perfuração do poço na área comum em frente à quinta 180

- Urbanização do Condomínio e construção da praça na entrada

- Criação da AMSHSB – Associação dos Moradores do Setor Habitacional São Bartolomeu

1999

Construção do parque infantil

2002

- Instalação de câmeras e cancelas de controle remoto na portaria

- Ponte JK é entregue ao tráfego

- Pavimentação da via de ligação da QI 27 à DF 001. Em 02/09/2002 uma liminar da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF impede a pavimentação, mas já estava pronta.

- Criação do Parque Ecológico do Rasgado por meio do Decreto Distrital 23.276, de 10.10.2002. Em 2004 suadenominação foi modificada para Parque Ecológico Bernardo Sayão. Em 2006, teve área e poligonal redefinidas pelo Decreto 27.550 quando sua área passou a ser de 205,6765 ha.

2005

- Início da construção de barracas metálicas desmontáveis para a festa junina e outros eventos. A totalidade das 16 barracas ficou pronta para a festa de 2006

- Construção da copa e do vestiário para os prestadores de serviços

- Lutas contra o fechamento arbitrário, pela Administradora Regional do Lago Sul, da via de ligação da DF 001 à QI 27 – reaberta em 16/09/2005

- Início da cobrança de IPTU e TLP referentes às Quintas

- Implantação do serviço de ronda motorizada noturna

- Iluminação pública na via de acesso ao Setor Habitacional São Bartolomeu

- Implantação, pela Brasil Telecom, do cabo subterrâneo de telefonia em fibra ótica entre a QI 27 e o Condomínio

- Término da instalação de hidrômetros e implantação da franquia diária de 3m³ de água

- Instalação de bombas dosadoras na saída de cada poço para injeção de barrilha e cloro na água, com vistas à correção do PH e ao combate a micro-organismos. É instituído do controle da qualidade da água

- Início da construção do muro com 1.530 metros lineares, na divisa norte, terminada em 2007

- Aquisição de um micro-trator, usado

2009

- Aquisição de trator 0 km, com tração nas quatro rodas, através de consórcio

- Construção de alambrado na divisa sudoeste

- Locação, à Brasil Telecom, da área próxima à quadra de esportes

- Termo de ajuste para manutenção dos balões na DF 001, celebrado entre os condomínios participantes da AMSHSB – Associação dos Moradores do Setor Habitacional São Bartolomeu como uma parte, o condomínio Solar de Brasília e o condomínio Ville de Montagne.

1976

Inauguração da ponte Costa e Silva

1983

- Perfuração do primeiro poço e início da distribuição de água pelo Condomínio

- Instalação do trailer “Leite Gogó” na área comum à frente do local onde hoje está a quadra de esportes. Encerrou as atividades em 1986.

- Resposta favorável do então DLU, confirmando a coleta de lixo três vezes por semana

- Início da entrega de correspondência pelos Correios

1986

- Protocolada, na Procuradoria Geral do DF, petição encaminhando dossiê completo sobre o Condomínio e propondo a transformação, em zona urbana, da área rural onde se encontra localizado

- Transferência da sede do Condomínio para a portaria

1991

Liminar do juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF impede a CEB de atender novas ligações em condomínios

1994

- Decreto 15.599, de 27/04/1994, revoga os Decretos 8.690/85 e 9.260/86, que impediam novas ligações de energia elétrica em condomínios

- Realização da 1ª festa junina

- Pavimentação da estrada de acesso e das vias internas

- Em 24.09.1994 é travada verdadeira luta contra grileiros que tentavam lotear a área pública situada entre o condomínio Ville de Montagne e a estrada de acesso ao nosso condomínio, terminada na 10ª DP com vários condôminos presos

- Formação do “Condomínio Estância Quintas da Alvorada”

1997

- Início do rateio das despesas com o serviço de portaria entre todos os condomínios usuários

- Lei nº 1610, de 25.07.1997, cria a via de ligação da DF 001 à QI 27

- Telebrasília destina 85 linhas telefônicas para o Setor Habitacional São Bartolomeu

- Negociação com os condomínios usuários, para rateio da construção da portaria no local em que é hoje

2000

- Perfuração do poço próximo à portaria

- Construção da quadra de esportes

2003

- 2ª Convenção de Condomínio: AGE em 15/03/2003

- Festa junina passa a ter caráter beneficente

- 2003/4 – Perfuração do poço na Av. Rio São Bartolomeu, junto à Av. Rio Amazonas

2007

- Outorga dos 6 poços do condomínio

- Elaboração e entrega ao GDF do Projeto Urbanístico do condomínio, que foi aprovado.

- Iluminação pública na via de ligação da DF 001 à QI 27

- Aquisição de micro-trator 0km, através de consórcio

2010

- Conclusão da implantação do arboreto

- Alteração da franquia média diária da água entregue a cada quinta, para 2m³

- Atualização dos volumes outorgados pela ADASA para captação de água nos poços

Convenção de Condomínio

A primeira Convenção, datada de 10 de outubro de 1975, em sua Cláusula Trinta e Nove, elegeu como síndico até abril de 1977 o Sr. Ivan Alves Corrêa.
A segunda Convenção, ainda em vigência, data de 15/03/2003.
Nos dois exercícios de 2011/2012 e de 2012/2013, o Conselho Consultivo-Fiscal constituiu Comissão incumbida de elaborar e propor revisão da convenção vigente.

Acesso ao Condomínio

Na época da constituição do Condomínio, ainda não tinha sido entregue ao tráfego a ponte Costa e Silva, inaugurada em 1976. A travessia do lago era feita pela ponte das Garças (em frente ao Centro Comercial Gilberto Salomão). Era necessário o contorno da Península Sul pela EPDB, pois não existia a via de ligação entre a QI 07 e a QI 15 do SHIS. Igualmente não existia a ligação da QI 27 à DF 001, tendo-se que subir até a ESAF para acessar a DF 001, ainda não pavimentada . Assim, a distância da rodoviária do Plano Piloto – centro geográfico de Brasília – ao Condomínio era de 30 km.
A EPDB – Estrada-Parque Dom Bosco foi duplicada em etapas. À época da constituição do Condomínio, estava duplicada somente até o Seminário – QI 17/19. A partir dali, só havia uma pista de mão dupla.
Em 1980, o Serviço de Engenharia do Exército abriu uma estrada que partia da QI 27, chegando à DF 001. Sem pavimentação e estreita, permitia a passagem de apenas um veículo. Nos períodos chuvosos apresentava trechos de trânsito difícil. Mais tarde recebeu cobertura de cascalho, pela NOVACAP, melhorando muito sua condição de tráfego. Atualmente ainda se pode ver a imagem de seu traçado entre a DF 001 e a QI 27.
A abertura dessa estrada e a inauguração da ponte Costa e Silva reduziram a distância percorrida entre a rodoviária do Plano Piloto e o Condomínio para
22 km
A pavimentação da estrada de acesso e das vias internas foi feita em 1994, sendo as despesas rateadas entre os condomínios usuários da seguinte forma:
• Trecho da DF 001 até o balão da guarita – participaram Quintas da Alvorada I, II e III, Solar da Serra e Associação dos Moradores de Itaipu;
• Avenida Rio São Bartolomeu, do balão da guarita até Itaipu – participaram Quintas da Alvorada I, Solar da Serra e Itaipu;
• As despesas com as vias internas tiveram a participação dos condomínios Quintas da Alvorada II e III nos trechos por eles utilizados.
• As despesas com a pavimentação das demais vias internas foram custeadas integralmente pelo Condomínio Quintas da Alvorada I.
Lei Distrital nº 1610, de 25.07.1997, oficializa a criação da via de ligação da DF 001 à QI 27 do SHIS e definiu que seu traçado seria no alinhamento da rua de acesso aos conjuntos 1 a 11 da QI 27. O Decreto 22.137, de 16.05.2001 aprova o Projeto Urbanístico de Parcelamento relativo à ligação da QI 27 à DF-001. Sua pavimentação foi concluída em 16.09.2002.
A ponte JK foi entregue ao tráfego em dezembro de 2002. A DF 027, que é sua ligação à DF 001, e a duplicação desta até a ESAF, foram concluídas em 2004. A distância percorrida entre o condomínio e a rodoviária do Plano Piloto foi, então, reduzida para 15 km.
Ainda em 2004, a estrada de acesso desde a DF 001 até a portaria do Setor, recebeu iluminação pública.
Em 2005, a Administradora do Lago Sul, Sra. Natanry Osório desencadeou forte campanha no sentido de eliminar a via de ligação da DF 001 à QI 27, com os pretextos de melhorar a segurança do SHIS, considerando a via como rota de fuga dos malfeitores, e de que a via secciona o Parque Ecológico Bernardo Sayão. No lado da QI 27 chegou a ser instalado meio-fio bloqueando o acesso. No lado da DF 001 foi cavada vala no pavimento asfáltico e instalada cerca de arame farpado com mourões de concreto. A coragem e a bravura de vários Condôminos, com participação de políticos e contando com a cobertura da imprensa, devolveram a via ao tráfego em 16.09.2005 retirando, com as próprias mãos, os obstáculos ali instalados pela Administração Regional. Finalmente, em 2007, a via recebeu instalações de iluminação pública.
Em 2009, os dois balões localizados na DF 001, em frente à QI 27 e em frente ao Setor Habitacional São Bartolomeu, passaram a ser mantidos pelos condomínios adjacentes, por meio de um termo de ajuste celebrado entre eles.

Vias Internas

As vias de circulação interna receberam iluminação em 1992.
O convívio com a poeira levantada pelos veículos era desesperador, levando à sua pavimentação em 1994. Na mesma obra as vias receberam drenagem de águas pluviais e meios-fios.

Silvicultura com eucaliptos

A PROFLORA, empresa de reflorestamento da Secretaria de Agricultura do DF, efetuou o plantio de eucaliptos numa grande área que abrangia a faixa a leste da DF 001, desde o Altiplano Leste até a direção da EPCV – Estrada Parque Cabeça do Veado, que liga a QI 23 à ESAF. A via de acesso ao Condomínio, a partir da DF 001, iniciava seu trajeto por dentro de uma aprazível mata de eucaliptos, que na margem esquerda se estendia até a divisa da fazenda do Gen. Danilo Venturini e na margem direita até a chegada ao Condomínio. Os eucaliptos foram transformados em carvão em 1993/1994, durante o governo de Joaquim Domingos Roriz. A partir da “liberação” da área pública até então cultivada, tiveram origem, inicialmente, o condomínio Solar de Brasília e, mais tarde, o Estância Quintas da Alvorada, que estão localizados na área anteriormente abrangida pelos eucaliptos.

Suprimento de energia elétrica

Em 1982 foi construída a rede primária que supre a região. Cada interessado no atendimento deveria arcar com o pagamento de 60 ORTN, correspondente ao investimento feito pela CEB. Dessa forma, cada ligação era muito onerosa, o que limitou drasticamente a quantidade de interessados. Depois que o interessado pioneiro pagasse pelo transformador e pela rede, os vizinhos poderiam obter a ligação com pagamento bem inferior.
Em julho de 1985, durante o governo de José Aparecido de Oliveira, é baixado o Decreto nº 8.690/85, proibindo a CEB de atender novos pedidos de ligação em Condomínios, freando o desenvolvimento e acarretando ligações clandestinas e fornecimentos irregulares de energia a terceiros.
Em agosto de 1989 o GDF determina à CEB o atendimento aos pedidos de ligação nos condomínios, devendo ser satisfeitas as condições financeiras. Em pequeno período foram feitas muitas ligações novas.
Em 1991 o atendimento é novamente interrompido por liminar do Juízo da
3ª Vara da Fazenda Pública do DF.
A edição do Decreto 15.599/94, em 27 04.1994, revoga os Decretos 8.690/85 e 9.260/86, que proibiam a CEB de fornecer serviços nos loteamentos, apesar de legais, que mesmo tendo registro no cartório de Registro de Imóveis, eram considerados irregulares pelo GDF.
A Lei Distrital 732/94, de 20.07.1994, em síntese autoriza a CEB a fornecer energia elétrica para os loteamentos, condomínios ou núcleos rurais de fato implantados até a data da promulgação da Lei Orgânica do DF. A despeito das críticas sobre várias impropriedades que a Lei contém, a tramitação de seu projeto ensejou a edição do Decreto 15.599/94, acima citado.
Em 05.09.1994, o Juízo de Direito da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF concede liminar à Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do DF contra a constitucionalidade da Lei Distrital 732/94.
Finalmente, em 03.05.1996 o Juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública suspende a liminar que impedia a CEB de atender pedidos de novas ligações em condomínios.

Distribuição de água no Condomínio

Originalmente foi pensado no recalque da água de superfície a ser captada na grota existente na propriedade do empreendedor Ivan Alves Corrêa que, após estudos, foi considerada insuficiente para atender as quintas, quando totalmente ocupadas.
Foi adotado o suprimento por água subterrânea, captada por meio de poços tubulares profundos.
O primeiro poço foi perfurado em 1983, dando início à distribuição de água pelo Condomínio. No mesmo ano foi aprovado pelo Conselho o projeto de distribuição de água elaborado pelo Eng. José de Sena Pereira.
Em 1984 foram perfurados mais dois poços.
Em 1986 tivemos um poço exaurido e, consequentemente, abandonado.
Em 1992 foi perfurado o poço que hoje fica próximo à quadra de esportes.
Em 1996 foi perfurado o poço na área comum em frente à quinta 180.
Em 2000 foi perfurado o que fica próximo à portaria.
Em 2003/2004 foi perfurado o que fica na Av. Rio São Bartolomeu, próximo à esquina da Av. Rio Amazonas.

Comércio no Condomínio

O primeiro ponto comercial foi um trailer do Leite Gogó, instalado em 1983.
Em 1988 estabeleceu-se o mercadinho em área externa ao Condomínio, com acesso pela Av. Rio Paraná, esquina com Av. Rio São Marcos.

Entrega de correspondência pelos Correios

Inicialmente, a correspondência destinada aos condôminos era endereçada a uma caixa postal do Condomínio na Agência da QI 15. Era necessário o deslocamento do Síndico até lá para retirá-la. Somente a partir de meados de 1983 os Correios passaram a entregar a correspondência no Condomínio.

Telecomunicações

Disponibilização inicial de linhas telefônicas fixas pela Telebrasília: 1º trimestre de 1983.
Disponibilização de telefone Ruralvan pela Telebrasília: 1993.
Normalização da oferta do serviço de telefonia fixa: cabo aéreo.
A expansão do serviço se deu em 2005, com a implantação do cabo subterrâneo de fibra ótica entre a QI 27 e o Condomínio, que liberou a oferta de linhas e viabilizou a instalação de conexões à Internet em banda larga – ADSL.

Festa junina

A primeira festa junina do nosso Condomínio foi realizada em junho de 1994, quando era Síndico Alexis Mendes Barcellos Junior. Contou com a colaboração dos condôminos, que doaram todas as prendas da pescaria e também algumas iguarias. A partir da semana anterior à da festa, um carro de som com animações do Condômino Cacau – Claudionor dos Anjos Pereira, percorria as vias internas estimulando a participação – o carro parava em frente a cada quinta e o proprietário, chamado pelo nome, era convidado a participar. Foi sucesso absoluto.
A festa passa a ter caráter beneficente em 2001, o que assegura a manutenção do seu sucesso.
A partir de 2004, a equipe organizadora e os colaboradores da festa são impulsionados pelo entusiasmo da Sra. Lúcia Maria Jansen Mello, esposa do Síndico.
A partir da festa de 2005 os colaboradores passam a trabalhar uniformizados, com avental confeccionado pelo Condomínio.
Para a festa de 2005, o Síndico Célio Santos Pereira Teixeira inicia, com suas próprias mãos, a confecção das barracas metálicas utilizando material adquirido pelo Condomínio. O trabalho foi concluído para a festa do ano seguinte. Essas barracas estão guardadas no almoxarifado do Condomínio, em bom estado.
Como sempre acontecia, a comissão organizadora apresentou, para apreciação do Conselho, na reunião n° 299, de 18.08.2007, a prestação de contas da festa junina daquele ano. Essa prestação de contas foi aprovada sem ressalvas, assinada por todos os Conselheiros presentes e distribuída a todos os condôminos.
O conselheiro-presidente que, juntamente com os demais conselheiros presentes à reunião nº 299, havia assinado a prestação de contas acima citada, foi incumbido de analisar as contas do mês de agosto de 2007, onde se inseriu a prestação de contas da festa. Em seu parecer, apresentado na reunião nº 303, de 24.11.2007, questionou várias despesas feitas com a infraestrutura da festa, já consagradas como encargos do Condomínio, que haviam sido autorizadas pelo Conselho na reunião nº 204, de 02.09.2000. Foram também questionados os valores doados às entidades beneficiadas, arrecadados durante a festa.
O casal Lélia e José Eugênio, sabidamente propulsor da realização da festa e responsável por angariar, fora do Condomínio, fundos para a sua realização, sentiu-se ofendido pelo fato de ter sido colocada em dúvida sua lisura, declarando que, a partir daquele episódio, não mais trabalhariam na festa junina, mas não se oporiam a frequentar as realizadas por outros condôminos.
Em anos seguintes foram feitas várias tentativas de realização de festas juninas, mas não lograram êxito.
Podemos registrar que nosso Condomínio realizou 14 excelentes festas juninas de 1994 a 2007.

Arboreto

Sua privacidade e a proteção do Condomínio contra pequenos furtos praticados por pessoas oriundas do Paranoá foram asseguradas pela construção de muro na divisa norte.
Teve seu projeto aprovado e a contratação da sua implantação em 2008.
Dali foram retirados 58 caminhões de lixo, entulho, eletrodomésticos, etc., plantadas 1.200 mudas de árvores floríferas e frutíferas naturais do cerrado e construídos 1.400 metros de passarelas pavimentadas para pedestres.

Perfil do adquirente

Aqui é mostrada a evolução do perfil de quem adquiriu/adquire quinta(s) no nosso Condomínio, desde os fundadores até os dias de hoje.

Condôminos fundadores – aquisição direta do empreendedor em 1974

Observa-se que muitos fundadores adquiriram mais de um terreno, nem sempre contíguos, assumindo o risco do primeiro empreendimento na modalidade de condomínio horizontal implantado no DF, que incluiu ação judicial para registro da fração ideal em Cartório de Registro de Imóveis. Pouquíssimas casas foram construídas, revelando claro objetivo de investimento no terreno. Sua característica era, então, essencialmente de investidores.
O texto da 1ª Convenção de Condomínio explicitava a condição de condomínio rural: a Cláusula Quarta – Direitos dos Condôminos, em sua Alínea G dizia – “Explorar atividades agro-rurais em sua QUINTA”.

Aquisição na década de 80

Embora ainda observando-se a vocação para investimento, houve um discreto crescimento na quantidade de edificações, iniciando a tendência ao desfrute da qualidade de vida proporcionada pelo condomínio rural, influenciada pelo início da distribuição de água e pela possibilidade do fornecimento de energia elétrica.

Aquisição na década de 90

A década de 90 foi fortemente influenciada pela pavimentação da via de acesso e das vias internas em 1994. Apesar do confisco das poupanças no início do governo Collor – março de 1991 – observou-se grande impulso nos negócios imobiliários e na ocupação das quintas.

Aquisição na década de 00

A conclusão da ponte JK em 2002 e a pavimentação, no mesmo ano, da via de ligação da DF 001 à QI 27, foram fatores de aquecimento dos negócios imobiliários.
Em 2004 foi aberta ao tráfego a DF 027, que interliga a ponte JK à DF 001 e esta duplicada daí até o balão da ESAF e recapeada até a QI 29.
Também em 2004 foi iluminada a via de acesso ao Setor Habitacional São Bartolomeu.
Em decorrência dessas obras, a década caracterizou-se por uma explosão na ocupação das quintas.

Aquisição na década de 10

Praticamente a totalidade dos condôminos que, nos dias de hoje adquirem terrenos do Condomínio Quintas da Alvorada, o fazem com a intenção de construir imediatamente para morar, buscando qualidade de vida traduzida em ambiente saudável e agradável, conforto, tranquilidade, bem estar, convívio com a natureza, facilidade de deslocamento e segurança. Não se tem notícia de terreno adquirido recentemente que permaneça desocupado.

GALERIA DE SÍNDICOS

Está aqui indicado o ano de início do mandato de cada síndico, que normalmente coincide com a AGO daquele ano, exceto quando explicitado.

1975

Ivan Alves Corrêa – designado na escritura de constituição do condomínio

1981

José Macedo Filho

1986

Feruccio Bilich

1991

Júlio Sampaio Faria – eleito em AGE de novembro para mandato até abril/93

1995

Júlio Sampaio Faria

2000

Júlio Sampaio Faria

2012

Mônica Campos Amorim Coelho

1978

Hélio Fonseca

1982

Adahil Pereira da Silva

1987

Júlio Sampaio Faria

1993

Luiz de Oliveira Pinto Junior

Júlio Sampaio Faria – eleito em AGE de agosto para mandato até abril/94

1998

Acyr Pereira de Carvalho

2001

Lélia de Amorim Campos

1980

Otogamis Antônio Avelar

1983

Ney Roldan do Nascimento

1990

Denize Richard Pontes

1994

Alexis Mendes Barcellos Junior

1999

Alexis Mendes Barcellos Junior

2004

Célio Santos Pereira Teixeira

Participantes do texto

Altina Lemos Paoli, Cesar Acatauassu Alves Corrêa, Julio Sampaio Faria, Graça e Feruccio Bilich, Lélia de Amorim Campos, José Eugênio Pinto Campos, Célio Santos Pereira Teixeira, Gilson Dias Pereira e Rosemberg de Araújo Gouveia Júnior.
Pesquisa e redação: Mônica Gusmão Barcellos e Marcos Villaça Freitas

SHSB - Setor Habitacional São Bartolomeu
Lago Sul - Brasília / DF - CEP 71.680-356